Fechamento de caixa diário para assistência técnica, passo a passo

Passo a passo do fechamento de caixa da assistência de celular: abertura, sangria, reforço, conferência por forma de pagamento e o que fazer com a diferença.

Se você só descobre quanto ganhou quando olha o extrato do banco, você não tem caixa. Você tem gaveta.

Os cinco momentos do caixa

1. Abertura. Registre o valor em dinheiro que fica na gaveta para troco. Esse é o fundo de caixa e ele não é faturamento.

2. Entradas. Toda venda e todo serviço entregue, com a forma de pagamento anotada: dinheiro, Pix, débito, crédito.

3. Sangria. Toda retirada — pagar motoboy, comprar peça, depositar no banco. Sangria sem motivo escrito é dinheiro que some.

4. Reforço. Dinheiro colocado na gaveta durante o dia.

5. Fechamento. Conferência do que o sistema diz com o que existe na gaveta e nas maquininhas.

O cálculo

Dinheiro esperado = abertura + entradas em dinheiro + reforços − sangrias

Conte a gaveta. A diferença entre o contado e o esperado é a quebra de caixa.

O que fazer com a diferença

Diferença pequena e ocasional acontece — troco errado. Diferença grande ou repetida é processo quebrado: venda não registrada, sangria não anotada, ou alguém pegando sem avisar. Registre sempre, mesmo quando for a seu favor. Caixa que só fecha "arredondado" não serve para tomar decisão nenhuma.

Confira também as maquininhas

Os totais de débito, crédito e Pix precisam bater com o relatório da maquininha do dia. É aí que aparecem estornos e vendas digitadas em duplicidade.

Rotina de 5 minutos

  1. Encerre as vendas do dia.
  2. Confira dinheiro, Pix, débito e crédito separadamente.
  3. Registre a quebra, se houver.
  4. Faça a sangria do que vai para o banco.
  5. Deixe o fundo de caixa para amanhã.

Cinco minutos por dia valem mais que uma tarde inteira de conferência no fim do mês.

No CellMaster OS o caixa tem abertura, sangria, reforço e fechamento, com tudo separado por forma de pagamento e um relatório com filtro por período.